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A candeia do corpo são os olhos;
de sorte que se os teus olhos forem bons,
todo o teu corpo terá luz.

Saúde em Dia

Conheça melhor a Chlorella e suas indicações

A chlorella foi descoberta pelos japoneses, tradicionais consumidores de algas, que apreciam e a utilizam normalmente como complemento alimentar. Relatam uma sensação de bem estar e aumento da energia após um curto período de uso. É uma alga riquíssima em clorofila, proteínas, vitaminas, sais minerais e aminoácidos essenciais.
Chlorella são algas unicelulares de água doce que pertencem a categoria de celulas eucarióticas presentes no planeta a milhões de anos. Seu tamanho é aproximadamente o mesmo de um eritrócito humano, entre 2-8 microns de diâmetro.
O nome chlorella deriva do prefixo "Chloros" (verde) e sufixo "Ella" (pequeno), referindo-se ao extraordinário conteúdo de clorofila que dá a característica cor de esmeralda-verde. Esta alga apresenta 70% de sua composição da mais pura clorofila, o que faz dela a maior fonte de clorofila em nosso planeta.
A Chlorella contém C.G.F. ( Fator de Crescimento Chlorella ), que promove o crescimento de célula e mantém saúde de organismo. É o mais valioso componente entre as outras substâncias ativas na Chlorella uma vez que estimula a recuperação dos tecidos, protege a integridade das células e melhora a ingestão de nutrientes.
Chlorella é um excelente purificador orgânico e contém muitos nutrientes valiosos. Estudos e publicações médico-científicas em todo o mundo documentam que a chlorella é um excelente produto para a saúde.
Estas algas são alimentos originais. São perfeitos alimentos integrais, verdadeiros super alimentos. São compostos em média de 65% proteína, 13% carboidrato, 9% gordura e 6% minerais biodisponíveis. Não são extratos, concentrados ou amálgamas de vitaminas e minerais. Comer Chlorella é como comer qualquer outro alimento integral como banana, maçã ou brócolis. Ou seja, as microalgas são comida, e não remédios (ainda que possam ser utilizados com tal finalidade).
Em conseqüência de sua fácil digestibilidade, conseguida através de exclusivo sistema de desintegração da parede celular, seu valioso conteúdo é amplamente absorvido. Muitas doenças do homem moderno se devem a má alimentação, ao uso de agrotóxicos e aditivos químicos que, a longo prazo, mostram seus efeitos nocivos. A chlorella ajuda a suprir as deficiências e atua sobre o fígado estimulando suas funções. As proteínas são integralmente aproveitadas pelo organismo em seu metabolismo, bem como a clorofila e o magnésio que são transformados em elementos fundamentais para o sangue.
A presença de cálcio a indica como auxiliar no tratamento de fraturas, de enfraquecimento ósseo e na osteoporose.
O alto teor em fósforo proporciona uma melhor e maior atividade cerebral. Em sua composição estão ainda presentes 18 aminoácidos essenciais importantes na biossíntese das proteínas.
A chlorella também é rica em vitaminas do complexo B, principalmente a B12, vital na formação e regeneração das células sangüíneas que juntamente com o ferro fazem desta alga um produto indicado no tratamento e prevenção de anemia.
Por se tratar de um produto completo que atualmente já se encontra incorporado à alimentação dos astronautas, é indicado também como auxiliar nos regimes de emagrecimento, além de provocar uma sensação de saciedade quando ingerido antes das refeições. Devido a esta propriedade, serve aos obesos por gula, como apoio.
Através de pesquisas foram evidenciados resultados marcantes no combate a hipertensão. Observou-se ainda, a eficiência no tratamento de úlceras do estômago, duodeno e gastrites crônicas.
Os primeiros estudos científicos desenvolveram-se na II Guerra Mundial por alemães e norte-americanos objetivando encontrar complementação alimentar eficiente para usar nos campos de batalha. Esta alga foi descoberta em 1890 pelo microbiologista holandês Martinus Beijernick que estudava algas cultivadas em tanque. Observando o verde profundo que as águas adquiria, ele descobriu a chlorella, rica no pigmento verde clorofila, que seria considerado o "ouro verde" um século mais tarde. Hoje, é a alga mais pesquisada no mundo e foi testada pelos cientistas do programa Especial Russo e como substituto alimentar potencial para astronautas. No Japão é o principal suplemento alimentar, incluída na alimentação em forma de saladas e sushis.
Atualmente a China e o Japão são os maiores produtores de chlorella, onde é cultivada em escala industrial com avançada biotecnologia.
Mecanismo de ação da Chlorella
A chlorella é uma alga unicelular, microscópica, de água doce, muito rica em minerais, vitaminas, aminoácidos e compostos químicos orgânicos desintoxicastes. Tem sido considerada como um dos mais potentes alimentos contra os agentes poluentes do meio-ambiente.
Em virtude da sua riquíssima composição, no que se refere ao teor de aminoácidos, vitaminas e minerais, a chlorella age como um excelente suplemento alimentar. Atua também como desentoxicante, normalizante da função intestinal, estimulante do sistema imune e promovedor da reparação tecidual e da integridade celular.
Atua fortalecendo o organismo e ativando a função celular. Devido à existência de substâncias que contribuem na eliminação da acidez sangüínea, promove o bom funcionamento do organismo.
A chlorella possui em sua composição um polissacarídeo ácido, denominado Chlon-A, este por sua vez é considerado um preventivo de células cancerosas sendo portanto atribuídas a ele propriedades de retardar o desenvolvimento de tais células.
Possui ainda uma substância denominada CGF (Chlorella Growth Factor) composta por um nucleotídeo sulfurado, um polissacarídeo e outras substâncias que ativam as funções fisiológicas e estimulam o sistema imune.
Apresenta um teor de proteínas que abrange 60% e contém mais de 2% de clorofila, o que lhe permite uma multiplicação com vigorosidade incomparável.
Constitui uma rica fonte de elementos primários, sendo por isso capaz de repor as perdas orgânicas de micro-minerais determinadas por doenças como o stress, fazendo a reposição mineral intracelular, prevenindo o envelhecimento precoce das células, preventivo do câncer, auxiliando no tratamento e prevenção da osteoporose, entre outros.
Favorece até mesmo a perda de peso, quando ingerida antes das refeições, pois nutre o organismo, podendo diminuir a quantidade de alimentos ingeridos normalmente. Em alguns casos, inibe parcialmente o apetite e causa um emagrecimento "fisiológico" sendo ,no entanto, incapaz de produzir danos ou dependência.
Pode ser indicada para recém nascidos, como um nutriente, quando não se pode fazer uso do leite materno, ou mesmo para as futuras mães como recurso excelente para o bom desenvolvimento da criança, bom parto e aleitamento de alta qualidade.
Pode ser ainda utilizada no controle da obesidade promovendo uma sensação de saciedade quando ingerida antes das refeições, além de fornecer elementos normalmente ausentes em regimes de emagrecimento.
Sua alta concentração de clorofila indica que possui capacidade desentoxicante, e auxiliar no sistema digestivo.
A clorofila e o magnésio são transformados em elementos fundamentais para o sangue. O cálcio auxilia no tratamento de fraturas, enfraquecimento ósseo e osteoporose. O alto teor de fósforo proporciona um aumento na atividade cerebral.
A chlorella também tem demonstrado excelentes resultados no combate à hipertensão e na redução nos níveis de colesterol e triglicerídeos.
A fácil digestibilidade e o alto índice de absorção da chlorella, se deve a um exclusivo sistema de desintegração da parede celular, durante o processo de secagem da mesma.

Indicações da Chlorella
A chlorella é um fitoterápico indicado como estimulante do sistema imunitário, na convalescença de enfermidades e como prevenção das mesmas, nos estados de carência alimentar, como suplemento alimentar, atua também como auxiliar nos regimes de emagrecimento, no tratamento da obesidade, em distúrbios digestivos e na geriatria atua ajudando a normalizar os níveis de colesterol e triglicerídeos.
Além desses benefícios, o maior valor da chlorella reside em um componente contido no extrato concentrado, chamado Fator de Crescimento Chlorella (FCC), descoberto por um cientista japonês. A chlorella é um dos alimentos naturais mais ricos em ácidos nucleicos. Durante a intensa fotossíntese que permite a chlorella crescer tão rápido, cada célula se multiplica em quatro novas células a cada 20 horas. O FCC é o fator na chlorella que permite esta rápida taxa de reprodução.
O Fator de Crescimento Chlorella é um dos alimentos naturais conhecidos mais ricos em ácidos nucléicos RNA e DNA.
A produção de RNA e DNA, denominados "fatores da vida longa" pelas células diminui com a idade, resultando em níveis mais baixos de vitalidade, deterioração física e suscetibilidade a doenças.
Fatores ligados ao estilo de vida, alimentos como frituras e guloseimas, medicamentos, fumo, álcool e poluição também causam produção lenta de RNA/DNA.
O Fator de Crescimento Chlorella estimula a recuperação dos tecidos, protege a integridade das células, melhora a ingestão de nutrientes e regula a produção de energia. Ajuda também na recuperação de materiais genéticos lesados, protege a saúde dando suporte às funções celulares vitais e retarda o processo de envelhecimento.
Em nosso dia-a-dia procuramos selecionar melhor os grupos de alimentos, porém muitas vezes o moderno ritmo de vida faz com que nos privemos dos alimentos verdes em nossa mesa. O suco de clorofila da chlorella é um alimento complementar nesses casos, sendo também indicado para as pessoas que buscam uma forma simples e prática de cuidar da sua saúde.
A chlorella é recomendada durante a gestação, especialmente porque previne anemia.
Em pessoas com hipersensibilidade ao produto poderá ocorrer ligeira diarréia. No entanto, não se torna necessário suspender o uso, pois após algum tempo este estado tende a normalizar-se.

Benefícios para o organismo:
• Promove conjugação com toxinas e metais pesados eliminando-os do organismo
• Para problemas de intestinos ( pelo aporte de fibras, micro-fibras, celulose e clorofila), Prisão de Ventre, constipação intestinal e Prevenção de Câncer de intestino
• Absorção de substâncias Nocivas dos alimentos ( como carne vermelha)
• Normalização do funcionamento Digestivo
• Para prevenção e tratamento de Gastrite e Ulcera ( Principalmente pela alimentação), Distúrbios Gastrointestinais inflamatórios crônicos e ulcerativos
• Para manutenção do PH do sangue em níveis ideais
• Para nutrição e desenvolvimento das crianças em todas as fases (Inteligência, e geral)
• Para prevenção e ajuda nutricional para tratamentos de doenças como: câncer todos os tipos (eliminação dos efeitos negativos da Quimioterapia e Radioterapia) e outras etc...
• Para alergias, e apoio em tratamentos alérgicos ( e Problemas de pele)
• Aumento da Imunidade Geral
• Fortalecimento geral, física e mental...
• E outros Benefícios...

Indicação de local de venda de CHLORELLA de boa qualidade:
MHS - Produtos Naturais
Rua Marechal Deodoro, 497 - 6ª andar
Fone (41) 3322.8999
Curitiba-PR






DHA (O ácido graxo que ajuda a bloquear o avanço de Alzheimer)

Segunda-feira, 03 de dezembro de 2007
Por: David Gutierrez, escritor de equipe
Conceito raiz: DHA, Alzheimer e Proteínas
Um tipo de ácido graxo 0mega-3 chamado de ácido docosaexaenóico (DHA) pode ajudar no abscesso anormal de certas proteínas que levam ao desenvolvimento do mal de Alzheimer, de acordo com um novo estudo publicado no Jornal de Neurociência (Journal of Neuroscience). A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade da California em Irvine e pela Martek Biosciences, uma empresa que comercializa produtos DHA.
Alzheimer é uma doença comum neurodegenerativa que ocorre quando lesões formam no cérebro devido à abscessos de proteínas beta-amilóides e tau. De dois a três por cento de pessoas idosas de cerca de 65 anos exibem sinais do mal, na casa dos 85 anos, o percentual sobe para 25 à 50 por cento.
Os pesquisadores estudaram camundongos predispostos geneticamente para desenvolver Alzheimer alimentando-os com uma das quatro dietas diferentes. Os camundongos de um grupo foram alimentados com uma dieta típica norte americana, baixa em gorduras Omega-3 e rica em Omega-6. Os do segundo grupo foram alimentados com uma dieta rica em Omega-3 e complementos de DHA, enquanto os outros dois grupos foram alimentados com comida rica em Omega-3 e complementados tanto com DHA como com Omega-6. Após 9 meses, os cérebros dos camundongos que foram alimentados com complementos de DHA tinham níveis menores de proteínas beta-amilóide e tau.
Os pesquisadores acreditam que o DHA pode interferir com o acúmulo dessas proteínas por baixar os níveis de uma enzima necessária para produzi-las.
O Autor principal Frank LaFerla diz que o próximo passo é fazer estudos clínicos em humanos nos primeiros estágios de Alzheimer para ver se os complementos de DHA tem um efeito positivo em reduzir o progresso da doença. Tal estudo está sendo conduzido pela Martek Biosciences.
O DHA é encontrado naturalmente primariamente em peixes. Animais produzem muito pouco dele por si próprios, mas é produzido por uma microalga do gênero Schizochytrium e tendem a se concentrar nos tecidos dos animais marinhos.



DHA – Ácido Docohexanóico
Óleo extraído da órbita ocular do atum e do bonito.


Antes do nascimento, o cérebro humano e os neurônios já se encontram quase completos, sendo que o número de células cerebrais ficará definido até os três anos de idade.
O DHA é extremamente vital para a produção das células cerebrais. Quando o ser humano se encontra no ventre, ele recebe o DHA através da placenta e após o nascimento, pelo aleitamento materno.
Existem alguns dados esclarecedores na teoria do professor Crawford (*), onde ele afirma que o leite materno das mães japonesas contém duas a três vezes mais DHA que as mães dos Estados Unidos e países europeus. Isso significa que para gerar uma criança com mais inteligência, as gestantes e as mães que amamentam deveriam ter quantidade suficiente de DHA.
Armazenado no cérebro, especificamente na retina ativa das células nervosas, esse ácido acumula-se especialmente nos nervos controladores, fosfatado e presta um importante papel para manter as células nervosas, regulando as transmissões e ativação das células cerebrais. Com uma estrutura química muito flexível, ele trabalha intensamente para tornar as células das paredes cerebrais mais macias, o que significa estimulá-las sempre.
Efeito benéfico na função do aprendizado Como o crescimento cerebral está relacionado com os peixes, o professor Michael Crawford disse em sua teoria, divulgada em 1989, que as crianças japonesas tem um Q.I. mais elevado que os da Europa e Estados Unidos devido o hábito de comerem mais peixe, e como conseqüência, ingerirem mais DHA, sendo a mais atrativa e a que desenvolve a capacidade de aprender e aprimorar a memória. Essa teoria tornou-se popular no mundo e chamou a atenção de muitas pessoas ao mostrar as inúmeras funções do ácido.
Várias experiências foram feitas com cobaias e naquelas em que o DHA foi aplicado, se mostraram bem mais rápidas e eficazes.
(*) Dr. Michael Crawford, professor do Centro de Pesquisas de Química Nutricional do Cérebro, na Inglaterra. Apresentação: Embalagem com 120 cápsulas.



Benefícios do DHA durante a gestação

A suplementação com ácido docosahexaenóico (DHA) durante a gravidez pode aumentar as capacidades de desenvolvimento das crianças, sugere um novo estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition.
Este estudo corrobora com outros trabalhos já realizados em que se demonstrou a importância deste ácido no desenvolvimento do bebê no útero. Uma dieta rica em DHA durante a gestação e amamentação está associada a gestações mais saudáveis, assim como a um melhor desenvolvimento mental e visual das crianças.
Os pesquisadores, Michelle Judge e Ofer Harel, da Universidade de Connecticut, e Carol Lammi-Keefe, da Universidade Estadual da Louisiana afirmam que este é o primeiro estudo em que efetivamente se avalia o efeito da suplementação com DHA durante a gestação na capacidade de resolução de problemas das crianças durante o primeiro ano de vida.
Recrutaram 29 mulheres na 24ª semana de gestação e selecionaram-nas aleatoriamente para seguir uma suplementação diária com barras de cereais contidas de DHA (300mg DHA/ 92Kcal/ barra) ou barras de cereais placebo. As participantes consumiram em média 5 barras por semana.
Aos 9 meses de idade, as crianças foram avaliadas através da utilização do The Infant Planning Test e Fagan Test of Infant Intelligence. Os filhos de mães suplementadas com o ácido apresentaram uma melhor performance na resolução de problemas, não sendo, no entanto, observadas diferenças significativas entre os grupos relativamente à inteligência global.
“Estes resultados apontam para um benefício a nível da resolução de problemas, mas não a nível de memória de reconhecimento aos 9 meses de idade em filhos de mães que consumiram alimentos funcionais contendo DHA durante a gestação”, concluíram os investigadores.
Fonte: American Journal of Clinical Nutrition, June 2007, 85 (6): 1572-1578



Estudo in vivo da atividade antimicótica (dermatófitos) da Geléia Real

A geléia real é substância secretada pela glândula existente no encéfao das abelhas obreiras. É popularmente conhecida como tônico energético para retardas efeitos da idade a amenizar sofrimentos das doenças crônicas. Em estudo anterior, observou-se a atividade antimicótica _in vitro_ da geléia real contra fungos dermatófitos, sendo o objetivo do presente trabalho o estudo _in vitro_ (modelo animal) da atividade antimicótica da geléia real contra esses dermatófitos já estudados _in vitro_. Os resultados mostraram significativa atividade _in vivo_ antimicótica presente contra _Epidermophyton floccosum_, _Microsporum canis_ e _Microsporum gypseum_, mas até a concentração máxima utilizada não atuou sobre o _Trichophyton sp._

Palavras-chave: DERMATÓFITOS, ABELHAS, ANTIMICÓTICOS

INTRODUÇÃO

Cerca de quatro séculos antes de Cristo (IV a.C.), Aristóteles já citava a geléia real como a “coisa parecida com mel, macia, densa e amarelada”, mas, somente em 1952, o francês Berbufel fabricou os primeiros remédios contendo geléia real, que ganharam destaque mundial com o caso do revivescimento do Papa Pio XII.
Desde então, vários cientistas vêm pesquisando a composição e os efeitos práticos da geléia real. Kuto, em 1952,1 descobriu a presença da homeoparotina com provável poder revigorante, e Tauzento, em 1958,5 o ácido 10-hidroxidecena, com ação antisséptica e provável anticancerígena (em pesquisa).
A geléia real é substância cremosa, de sabor ácido, cor branco-leitosa, secretada pelas glândulas existentes no encéfalo das abelhas obreiras. Seu principal componente químico é uma proteína de alta qualidade (designada proteína elemento R) (12-18% ), além de água (65%), sacarose (9-18%), ácidos graxos (5%), minerais (potássio, sódio, cálcio, magnésio, cobre, ferro, zinco e silício), vitaminas (B1, B2, ácido nicotínico, ácido pantotênico, B6, B8, A, C, D e E), aminoácidos (total de 23 aa, incluindo os 8 aa essenciais), acetilcolina, homeoparotna e ácido 10-hiroxidecena, ambos já citados.
Em estudo anterior dos autores,4 a geléia real apresentou atividade frente aos seguintes dermatófitos: Epidermophyton floccosum, Microsporum canis, Microsporum gypseum, Trichophyton rubrum e Trichophyton tonsurans.
O objetivo deste trabalho é pesquisar a atividade antimicótica, in vivo, da geléia real, pois os dermatófitos são comprovadamente sensíveis à geléia real in vitro.4

MATERIAL E MÉTODO

Microorganismos
Nos ensaios foram utilizadas culturas de fungos (dermatófitos) provenientes da American Type Culture Collcetion (ATCC): Epidermophyton floccosum, Microsporum canis, Microsporum gypseum, Trichopython mentagrophytes,Trichophyton rubrum e Trichopyton tonsurans.

Animais
Foram utilizados 260 ratos Wistar, machos, de peso variando entre 250 e 300g provenientes do biotério de Ciências Biomédicas - ICB da Universidade de São Paulo.

Drogas
Cetoconazol e Cloranfenicol.

Ensaios microbiológicos
Os animais (ratos Wistar machos) foram separados em 260 gaiolas individuais, dispondo de água e ração) manipulados sob fluxo laminar. Foi realizada depilação na região dorsal com lâmina de aço inoxidável, feita antissepsia com álcool iodado e realizada contaminação com os dermatófitos selecionados por meio de escarificações leves com uso de agulha descartável (30X7). Foi aplicado, com uso de espátula, o cloranfenicol tópico na dose de 100mcg/kg, uma vez ao dia.

Após três dias foi verificado o crescimento dos fungos com o auxílio de uma lupa e iniciado o tratamento tópico.

Os ratos foram divididos em três grupos:
1. G1: 120 ratos (n=120), divididos em seis subgrupos com vinte ratos cada (n=20). Cada um desses subgrupos foi contaminado por um dermatófito. No grupo G1, foi administrada por via tópica geléia real e cloranfenicol (dose 10mcg/kg), uma vez ao dia, sendo cada subgrupo de G1 novamente dividido em dez grupos com dois ratos (n=2), recebendo cada um deles concentrações diferentes de geléia real, que variavam de 0,1 a 1,0mcg/ml).
2. G2: 120 ratos (n=120), divididos em seis subgrupos com vinte ratos cada (n=20). Cada um desses subgrupos foi contaminado com um dos dermatófitos selecionados e recebeu por via tópica cetoconazol (dose 0,5mg/kg) e cloranfenicol (dose 100mcg/kg) uma vez ao dia.
3. G3: 20 ratos (n=20), divididos em seis subgrupos com três ratos cada, em média (n=3), contaminados com um dos dermatófitos selecionados. Esse grupo recebeu por via tópica apenas, cloranfenicol (dose 100mcg/kg).

A cada cinco dias os ratos eram depilados novamente em volta do sítio de inoculação, evitando-se, assim, que os pêlos subjacentes interferissem no crescimento dos dermatófitos. Com auxílio de uma lupa foi verificado o crescimento ou não de colônias de dermatófitos.
Quinze dias depois do início do ensaio microbiológico foram retirados fragmentos de pele dos sítios de contaminação de cada animal. Esses fragmentos de pele foram primeiramente observados com o auxílio e urna lupa para verificar a presença de hifas, seu aspecto, organização e principalmente se houve crescimento ou inibição completa, sempre em comparação com o grupo G3 controle, cujo crescimento foi considerado máximo, e com o grupo G2 controle-cetoconazol, cujo crescimento foi considerado zero.

RESULTADOS

Os resultados dos ensaios microbiológicos realizados com o grupo G1 que recebeu geléia real tópica em diferentes concentrações e cloranfenicol tópico (dose 100mcg/kg) estão representados na tabela 1.
No grupo G2, que recebeu cloranfenicol tópico (dose 100 mcg/ml/kg) e cetoconazol tópico (dose 0,5mg/kg) uma vez ao dia, houve inibição completa de todos os dermatófitos.
No grupo G3, que recebeu apenas cloranfenicol tópico (dose 100mcg/ml/kg) uma vez ao dia, houve crescimento máximo dos dermatófitos estudados.

DISCUSSÃO

A partir da pesquisar inicial dos autores com a geléia real, na qual foi comprovada sua atividade antimicótica in vitro frente a Epidermophyton floccosum (antropofílico), Microsporum canis (zoofílico), Microsporum gypseum (geofílico), Trichophyton mentgrophytes (zoofílico), Trichophyton rubrum (antopofílico) e Trichophyton tonsurans (antropofílico).
Os fungos relacionados acima são classificados como dermatófitos, fungos causadores de dermatofitoses, que são afecções limitadas às camadas ceratinizadas ou semiceratinizadas da pele ou localizadas na sua superfície, representando a infecção fúngica mais comum do homem com maior prevalência em zonas tropicais e subtropicais (quentes e úmidas). Uma mesma espécie pode produzir quadros clínicos diversos, com seletividade de faixa etárias, como, por exemplo, T. tonsurans.
No ser humano os dermatófitos podem levar à tinea captis,tinea corporis, tinea cruris, tinea pedis, tinea umbricata. tinea unguium, tinea facial, dermatofitose inflamatória, granulomatosa e tinea incognita.
Os autores resolveram prosseguir seus estudos e pesquisar a atividade antimicótica in vivo (modelo animal) da geléia real face a esses dermatófitos, causadores das principais tinhas e de grande interesse médico. Um aspecto que deve ser salientado é a originalidade deste trabalho, que segue conceituada linha de pesquisa (ver bibliografia) e que atualmente constituem uma das maiores fontes de informações para o estudo da geléia real em nível mundial.
Na literatura são encontrados poucos estudos sobre infecção in vitro, uma vez que, para realizá-los, são necessários muitos parâmetros.
Os animais foram separados em gaiolas individuais, contaminados com os dermatófitos na região dorsal com prévia antissepsia local e manipulados sob fluxo laminar, para evitar mordeduras e possível contaminação secundária.
O cloranfenicol, droga antibacteriana de amplo espectro, foi aplicado em todos os grupos de ratos para impedir o crescimento bacteriano e, assim, evitar competição e alteração no crescimento das hifas, não interferindo nos resultados dos experimentos, já que não possui atividade antifúngica.
O grupo controle G2, tratado topicamente com cetoconazol, droga amplamente utilizada no meio médico e com comprovada atividade antifúngica, sendo um quimioterápico sintético fungistático imidazólico que age em todas as micoses superficiais com certo paralelismo com a griscofulvina, está sendo antibiótico fungistático com ação contra dermatófitos. Esse grupo controle serviu como padrão para demonstrar a inibição completa dos dermatófitos comparando-se com o grupo G1 (tratado topicamente com geléia real).
O grupo controle G3, tratado apenas com cloranfenicol tópico, serviu para demonstrar que a inibição do crescimento dos dermatófitos não ocorreu simplesmente pela imunidade do animal, mas também como padrão de crescimento máximo dos dermatófitos para o grupo G1. Não foram observadas reações adversas, como erupções cutâneas urticariformes, hipersensibilidade, lesões necróticas, com o uso da geléia real tópica.
Os dermatófitos Trichophyton mentagrophytes, T. rubrum e T. tonsurans não foram inibidos até a concentração máxima utilizada de geléia real (1,0 mcg/ml). Supõe-se que, sendo administradas concentrações maiores de geléia real e número maior de aplicações ao dia, possivelmente, ocorreria inibição, já que esses dermatófitos citados foram inibidos in vitro sob ação da geléia real.4
A geléia real apresentou atividade antimicótica frente ao Microsporum canis, M. gypseum e E. floccosum. Esse resultado, possivelmente, provém de sua rica e diversificada composição, na qual se destaca: 1. sacarose: açúcar com poder osmótico que leva à lise celular; 2. ácido 10-hidroxidecena: ácido graxo com provável conteúdo flavonoídico que garantiria o poder antisséptico; 3. aminoácidos e proteínas: atuariam como antibióticos polipeptídicos; e 4. pH ácido: dificultaria o crescimento das hifas.

CONCLUSÃO

A geléia real apresentou atividade antimicótica in vitro no modelo animal frente aos dermatófitos: Epidermophyton floccosum, Microsporum canis e Microsporum gypseum.
Não apresentou atividade antimicótica até a concentração máxima utilizada (1,0mcg/ml) frente a: Trichophyton mentagrophytes, Trichophyton rubrum e Trichophyton tonsurans.
A partir dos estudos dos autores, estão sendo padronizados protocolos para o uso tópico da geléia real em pacientes portadores de tinha, sendo, no futuro, uma possível forma de tratamento de micoses superficiais.
FONTE: Anais Brasileiros da Dermatologia Volume 73 nº 2

Referências
• Kuto K. O todo da geléia real. Japan: University Fakushima, 1952.
• Nassi CZ. Cassettari A. Homem de Mello FRL, Rodrigues AP, Santa Lúcia AM. Estudo in vitro da atividade antifúgica e antibacteriana da geléia real. JBM 1995;69(5/6);80-95.
• Nassis CZ. Cassettari A. Homem de Mello FRL. Rodrigues AP. Santa Lúcia AM. Estudo in vivo da atividade antibacteriana da geléia real. 1995. (não publicado)
• Nassis CZ, Cassetari A. Homem de Mello FRL, et al. Estudo in vitro da atividade antimicótica (dermatófitos) da geléia real, 1996, (não publicado)
• Tauzento T. Royal jelly and ac 10-hidroxidecenic. Canadá; University of Canada, 1958.
• Zaitz C, Micologia geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1995.
• Cestari TF. Abdalla C, Assis TL, Fisiopatogenia das dermatofitose. An bras Dermatol 1990;65(6):310-6.
• Londero AT. O grupo dermatófitos. Atualização. An bras Dermatol 1990:65(1):9-10.
• Lacaz CS, Porto E, Martins JEC. Micoses superficiais. Aspectos epidemiológicos e micológicos. Classificação. Agentes etiológicos. Diagnóstico de laboratório. An bras Dermatol 1989.64(Supl I ): 55-91.

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Extrato de semente de uva Vitis Vinifera

Estudos demonstraram que o extrato de sementes de uva (vitis vinifera) atravessa a barreira hematoencefálica com razoável facilidade. É um antioxidante excepcionalmente poderoso. A experiência mostra que este nutriente é um agente de primeira importância nos resultados observados entre as doenças neurodegenerativas. A nutrição celular feita com extrato das sementes de uva oferece efeito protetor no controle da glicose sanguínea para o diabético (STRAND 2004).

PROPRIEDADES:

As proantocianidinas são extraídas das sementes da uva (vitis vinifera). Entre os efeitos reportados, destacam-se propriedades antioxidantes e efeitos ligados à saúde capilar e à permeabilidade, além de possibilitar o controle do colesterol. O extrato da semente de uva é utilizado por sua capacidade de combater radicais livres. Em numerosos estudos, o extrato demonstrou potencial como antioxidante, ainda melhor do que a vitamina E (Hirose, 1984; Maffei, 1994; Uchida, S. 1987 a). As proantocianidinas são de 15 a 25 vezes mais potentes que a vitamina E para neutralizar radicais livres de ferro e oxigênio, que atacam os lipídeos. Dois estudos conduzidos em ratos sugerem que o extrato da semente de uva reduz o nível de colesterol LDL e aumenta os níveis do bom colesterol (HDL), através do aumento do transporte reverso do colesterol, reduzindo sua reabsorção intestinal e aumentando sua excreção através dos sais da bile (Tebib, 1994 a; Tebib pesquisas in vitro sugerem que o extrato de semente de uva é citotóxico para as células do melanoma (Kashiwada, 1992). Outros estudos in vitro sugerem que o extrato da semente de uva reduz a pressão sanguínea, inibindo a enzima de conversão de angiotensina.

INDICAÇÕES:

Efeitos cumulativos do envelhecimento e redução do risco de doenças degenerativas, má distribuição de fluxo de sangue microcirculatório no cérebro e coração; insuficiência arterial/venosa crônica nas extremidades; fragilidade capilar alterada e permeabilidade (na diabetes mellitus); microangiopatia da retina, edema dos nódulos linfáticos, veias varicosas; diminuição do colesterol LDL.
De todos os componentes presentes na vitis vinifera, os compostos fenólicos, especialmente as proantocianidinas, têm despertado interesse em estudos clínicos e experimentais. As proantocianidinas são antioxidantes naturais encontradas no extrato da semente da uva. Estudos recentes demonstraram que o uso de um bioflavonóide proantocianidina em modelo de lesão renal por glicerol, também extraído das sementes de uvas, melhorou significativamente a histologia renal com redução do volume tubular e dos restos celulares tubulares. Foi identificada também recuperação da função renal e sugerido que a melhora histofuncional poderia ser atribuída ao relaxamento vascular determinado pela proantocianidina.
Em modelo de isquemia, também pôde ser observado o efeito renoprotetor das proantocianidinas. Demonstrou-se que o pré-tratamento com uma mistura de bioflavonóides em ratos submetidos à isquemia renal bilateral protegeu a função com elevação da depuração de creatinina e redução da creatinina plasmática. Observou-se ainda melhora histológica caracterizada por redução da necrose tubular na faixa externa da medula externa. No presente estudo o efeito protetor da vitis vinifera se confirmou. O pré tratamento com o produto mostrou melhora significativa da depuração da creatinina. Os dados referentes à peroxidação lipídica ressaltaram o efeito antioxidante da vitis vinifera.
Neste estudo, o ensaio sobre o papel antioxidante da vitis vinifera mostrou, com relação à dosagem de peróxidos e MDA urinários, a redução dos níveis de peroxidação lipídica, fortalecendo a hipótese relativa ao efeito antioxidante da vitis vinifera.
Em síntese, a vitis vinifera confirmou de forma inquestionável o efeito renoprotetor provavelmente relacionado ao seu efeito antioxidante. Ressalte-se o uso em pacientes de risco para a lesão renal aguda, como aqueles de terapia intensiva, cujos agravos e exposição às toxinas são diversos e nos quais a prevalência dessa síndrome é particularmente constrangedora (até 70%). Estudos que avancem nessa investigação utilizando outros modelos de lesão em diferentes sujeitos, serão de grande valor para melhor compreensão dos ramos da lesão e alternativas terapêuticas na rabdomiólise. Os resultados desse estudo demonstraram melhora da função renal associada à redução dos níveis de peroxidação lipídica, fortalecendo a hipótese relativa ao efeito antioxidante da vitis vinifera (MARTIN et all 2007).
Na opinião de (SCHLEIER 2004), cascas e sementes de frutas como o pilriteiro (cratego), cascas de romã, semente de uva, semente de lichia e outras possuem poder antioxidante relativamente alto e podem ser fontes ricas de antioxidantes naturais. O efeito antioxidante das frutas analisadas não pode ser atribuído apenas ao teor de compostos fenólicos, mas ao resultado da ação de diferentes compostos presentes nas frutas, e a possíveis efeitos de sinergismo e antagonismo ainda não conhecidos.
Uma mistura de casca e sementes de uvas demonstrou poder de prevenção da glicação de proteína in vitro.
O extrato da semente de uva teve efeito inibitório contra aterosclerose em camundongos, e o mecanismo possível pode estar relacionado com o decréscimo nos níveis de triglicérides séricos, colesterol e lipoproteína oxidada de baixa densidade (LDL) e com a anti-peroxidação. Os extratos de diferentes variedades de uvas empregadas possuem ação antioxidante superior à vitamina C, devido à presença de compostos tânicos e flavonóicos nesses extratos.
O potencial antioxidante das cascas de uva é transferido para o vinho produzido a partir das mesmas. Correlações estatisticamente significantes entre atividade antioxidante e conteúdo fenólico (polifenóis totais, catequina e antocianinas) foram encontradas tanto para as cascas e vinhos. Todos os polifenólicos geralmente aumentaram com o grau de maturação e a maior concentração foi encontrada nas cascas.
Procianidinas diméricas, triméricas, oligoméricas ou poliméricas explicam muito da capacidade antioxidante superior das sementes de uva. Os 3 principais constituintes fenólicos das sementes de uva (catequina, epicatequina e ácido gálico) contribuíram juntos para 26% da capacidade antioxidante de derivados da uva.
Sementes de uva desidratadas, após a destilação alcoólica do bagaço, ainda mantém altos níveis de flavanol e atividade antioxidante significativa, mesmo após submetidas a altas temperaturas. Tais subprodutos podem ser considerados fontes baratas para a extração de flavonóis antioxidantes, que podem ser usados como suplementos dietéticos ou na produção de fitoterápicos. Os resíduos da vinificação fornecem um extrato com poder antioxidante comparável ao BHT e ao extrato de alecrim (Rosmarinus officinalis L.)
O extrato da semente de uva atua diminuindo os índices oxidativos em fumantes.
Nos mecanismos de inibição de dano oxidativo cerebral, as catequinas isoladas são mais efetivas que seus polímeros, e os polímeros de baixo peso molecular são mais efetivos que aqueles de alto peso molecular. Em estudos farmacológicos, a excreção urinária dos metabólitos de GSP derivados dos respectivos monômeros não mostrou variação com a administração de diferentes substâncias (ácido gálico, catequina ou epicatequina), sugerindo que apenas os monômeros de GSP são absorvidos e metabolizados.
O decréscimo significativo da atividade do ácido graxo sintetase em animais portadores de focos neoplásicos, alimentados com extrato de semente de uva, sugere um mecanismo de prevenção do câncer hepático.
A pesquisa farmacológica realizada em diversos países tem maiores detalhes das ações terapêuticas e preventivas da uva e do vinho passado pela tradição popular, e comprovando o emprego de derivados como importantes auxiliares na manutenção da saúde.Texto retirado do site da nutricionista Eroni Lupatini CRN 4298: www.eronilupatini.com

FONTES:
MARTIM, Elisabete Cristina de Oliveira, PINTO Carolina Ferreira, WATANABE Mirian
VATTIMO Maria de Fátima Fernandes. Lesão Renal Aguda por Glicerol: Efeito Antioxidante da Vitis Vinifera L* Accute Kidney Injury by Glicerol: Antioxidant Effect of Vitis Vinifera L. Revista Brasileira de Terapia Intensiva Vol. 19 Nº 3, julho-setembro de 2007 - - http://www.scielo.br/pdf/rbti/v19n3/v19n3a04.pdf ARTIGO ORIGINAL
SCHLEIER, Rodolfo, Constituintes Fitoquímicos de Vitis Vinifera L.(UVA) INSTITUO BRASILEIRO DE ESTUDOS HOMEOPÁTICOS FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE SÃO PAULO – 2004 - http://www.esalq.usp.br/siesalq/pm/Monografia_Vitis_vinifera.pdf
STRAND, Ray D. O que seu médico não sabe sobre medicina nutricional pode estar matando você. 2004: São Paulo – M Books do Brasil Editora Ltda. Colaboração também de: http://www.psleo.com.br/pl_fr_uva.htm





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